O resultado líquido atingiu R$ 865 milhões no 1T13, 37% superior ao 1T12. Apesar de o resultado da atividade ter recuado 3%, tal fato foi compensado por uma queda de 38% no resultado financeiro líquido negativo...
No after market de 17/05/2013, a OSX Brasil ("OSX") informou que seu Conselho de Administração aprovou alteração do plano de negócios da Companhia, com a priorização dos projetos geradores de caixa da unidade Leasing e o...
No 1T13 a CSN registrou receita líquida consolidada de R$ 3,6 bilhões, redução de 18% em relação à apurada no 1T12, devido, principalmente, a redução do volume de minério de ferro da mina de Casa de Pedra. A produção foi menor por causa de problemas técnicos no...
A Tecnisa divulgou um sólido resultado no primeiro trimestre de 2013, reflexo principalmente do lançamento e venda do empreendimento Jardim das Perdizes. Apesar disso, o resultado veio levemente abaixo do...
Uma agenda semanal em que o foco das atenções estará voltado para os próximos passos do FED, nos Estados Unidos, e do BACEN, no Brasil. Nos EUA, muito se comenta, diante de um bom ritmo de retomada, sobre a possibilidade de cessar os estímulos, com a redução da política de compra de títulos. Como a economia está em ritmo de recuperação, não haveria necessidade de manter a atual política de compra de títulos, no total de US$ 85 bilhões mensais. Esta possibilidade, no entanto, ainda continua em debate, com muitos considerando o momento atual de recuperação como muito incerto.
No Brasil, Alexandre Tombini fala na Comissão Mista do Congresso nesta terça-feira (dia 21) e todos querem saber o que significa agir de ?forma tempestiva?. Muitos sinalizam que isto significa uma postura mais incisiva no combate à inflação, resultando numa elevação do juro em 0,5 ponto percentual já na próxima reunião do COPOM, dias 28 e 29 de maio. Com isto, no mercado de juros futuro, na semana passada, as taxas curtas chegaram a superar os 8%. Isto, no entanto, vai de encontro ao discurso de Dilma Roussef, defendendo o gradualismo, com o BACEN perseguindo o centro da meta de inflação apenas no longo prazo, a partir do início de 2015. O fato é que os discursos entre os membros do governo são desencontrados, gerando certo cansaço no mercado.
Na agenda doméstica de indicadores, destaque para os indicadores de emprego, contas externas e oferta de crédito. Nesta terça-feira, arrecadação federal, na quarta-feira, o IPCA-15, com projeção de 0,45% a 0,5%, e as contas externas, confirmando deterioração com a piora da balança comercial, na quinta-feira, a taxa de desemprego de abril e, na sexta-feira, os dados da oferta de crédito.
Na agenda internacional, nos EUA, vendas de imóveis usados na quarta-feira, de imóveis novos na quinta-feira, junto com a preliminar de maio do PMI Markit. Na sexta-feira, com os mercados de NY fechando mais cedo diante do feriado do Memorial Day (dia 27) saem as Encomendas de bens duráveis. Na Zona do Euro, uma série de indicadores de atividade, mais concentrados na quinta-feira, com índice PMI de vários países e o PIB do Reino Unido. O PIB da Alemanha sai na sexta-feira, junto com o GFK de confiança do consumidor e os dados da pesquisa IFO do sentimento econômico.




